Arquivo mensal: julho 2019

Baker, Josephine

Ela era uma artista exótica (cantora, dançarina, atriz), ativista e até mesmo espiã.

Baker dancing the Charleston, 1926
Baker dançando o Charleston, 1926.

Nasceu como Freda Josephine McDonald em 3 de Julho de 1906 em Saint Louis, Missouri, EUA.

Seus pais eram artistas pobres e criaram Josephine em um bairro que abrigava muitos teatros de vaudeville, que funcionavam como casas de cinema, expondo-a ao showbiss em uma idade precoce.

Ela teve uma infância pobre, só frequentou a escola até o quinto ano, mas desenvolveu uma inteligência de rua.

Como sua família era pobre, Baker teve que ajudar trabalhando ainda criança.

Aos oito anos de idade, ela assumiu seu primeiro emprego como ajudante uma família branca.

Aos treze anos trabalhava como garçonete e morava nas ruas de vez em quando, na época também se casou com Willie Wells, mas o casamento durou apenas um ano.

Em 1921, com quinze anos, ela se casou pela segunda vez, desta vez com Willie Baker. E começou a perseguir sua vida como artista. Ela foi para Nova York com a trupe teatral da qual ela fazia parte e conseguiu ser recrutada para um show da Broadway.

Em 1925 ela se divorciou novamente, ficou como “Josephine Baker” e foi para Paris, onde começou a ganhar sucesso.

Sua dança exótica e o fato de que ela costumava aparecer nua no palco a tornaram conhecida em todos os lugares. Trabalhou em vários espectáculos e apresentou-se em locais como o cabaré Folies Bergère e o Casino Paris.

Naquela época, ela costumava se apresentar no palco com sua chita de estimação chamada Chiquita.

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Ilustrado por Louis Gaudin a ilustração mostra Josephine baker sendo presenteada com um buquê de flores por Chiquita no Casino de Paris – 1930.

Ela voltou para Nova York e tentou uma carreira na broadway, mas não teve o mesmo sucesso que teve em Paris.

Por isso, decidiu voltar a Paris e, em 1937, casou-se, pela terceira vez, com Jean Lion e tornou-se cidadã francesa.

Em 1939, quando a Segunda Guerra Mundial foi declarada, Baker foi recrutada pelo “Deuxième Bureau”, a inteligência militar francesa, como um “correspondente de honra”. Baker coletava as informações que podia sobre os locais das tropas alemãs de autoridades que ela conhecia em festas.

Ela se divorciou em 1940 e se casou pela última vez, a quarta, em 1947, com o compositor francês Jo Bouillon. Seu casamento durou 14 anos e em 1961 eles se divorciaram.

Embora ela morasse em Paris, ela foi uma das personalidades que se envolveu com o ativismo americano durante a década de 1960.

Josephine Baker in her banana costume.
Josephine Baker usando seu traje de banana.

Na moda, ela é mais conhecida por sua carreira na década de 1920, por disseminar a pele negra em sua vida, colares de contas, gargantilhas, pulseiras, tornozeleiras, luvas de cores fortes, franjas e roupas coloridas.

Ela costumava aparecer nua no palco ou usando algo como saiote de plumas ou, seu “look” mais famoso, o cinto de bananas artificiais.

Ela é mais conhecida como ícone da era do jazz dos anos 1920.

Ela morreu em 1975.

Bibliografia: Allan, Georgina O’Hara; Enciclopédia da Moda: De 1840 À Década de 90: Companhia das Letras, 2010.

https://fashionsummedup.wordpress.com/2019/07/30/baker-josephine/

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Bainha Aberta

A bainha aberta, ou ponto ajour, é um ponto de bordado usado principalmente para dar acabamento à uma bainha.

Bordadeira Terezinha Mateus bainha aberta ponto ajour
Exemplos de pontos Ajour, ou Bainha Aberta, feitos pela bordadeira mineira Terezinha Mateus.

É um ponto cruzado que forma uma junção aberta decorativa entre duas extremidades do tecido.

No vídeo a seguir pode-se ver bem como é a bainha aberta e como faze-la:

Bibliografia: Allan, Georgina O’Hara; Enciclopédia da Moda: De 1840 À Década de 90: Companhia das Letras, 2010.

Bailey, David

David Royston Bailey é um fotógrafo inglês, nascido em Londres em 1938.

Quando era pequeno tinha grande dificuldades na escola devido a uma dislexia não diagnosticada.

Aos 15 anos deixou a escola para começar seu primeiro emprego, como copy boy no escritório do jornal Yorkshire Post.

David Bailey Self-Portrait David Bailey1957
David Bailey, Auto-retrato, 1957.

Ficou entre empregos até 1956, quando foi convocado para a Força Aérea Real (RAF, Royal Air Force) para servir em Singapura em 1957.

Enquanto estava servindo comprou uma camera Rolleiflex e começou a praticar a fotografia.

Em 1958 foi dispensado do serviço na RAF e decidiu continuar a praticar e estudar a fotografia.

Comprou uma câmera Canon Rangefinder e tentou ingressar na “London College of Printing”, mas não conseguiu devido ao seu histórico escolar, que não era bom.

Conseguiu um emprego como assistente de David Ollins, onde não conseguiu trabalhar com fotografia; pouco tempo depois ele foi convidado a fazer uma entrevista com o fotógrafo John french.

Em 1959 começou a trabalhar oficialmente como assistente de John French.

Em 1960 começou a trabalhar como fotógrafo no estúdio  de fotografia “Studio Five” de John Cole.

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Foto tirada por David Bailey pelo Studio Five para o Daily Express em 1960.

Em seguida, no final do mesmo ano, ele foi contratado pela Vogue Britânica.

A partir de então, David Bailey se transformou em um dos fotógrafos mais famosos do mundo.

 

No início de sua carreira, descobriu a modelo Jean Shrimpton, e juntos começaram a obter grande sucesso. Nessa época, os dois viveram um romance que foi transformado pela rede britânica BBC no filme para tv “We’ll take Manhattan” em 2012.

Jean Shrimpton, photo by David Bailey, New York City, 1962
Jean Shrimpton por David Bailey, Nova York, 1962.

Em pouco tempo, ele e mais dois colegas fotógrafos, igualmente respeitados, Terence Donovan e Brian Duff, ficaram conhecidos como A Trindade Negra (The Black Trinity), e foram creditados como uns dos responsáveis pelo movimento conhecido como “Swinging London”.

 

Michelangelo Antonioni também se inspirou em Bailey para fazer o filme “Blow Up”; o protagonista, um fotógrafo, e seu estilo de vida foram diretamente inspirados nele.

Seu trabalho não foi só focado na moda, Bailey também é mundialmente reconhecido por seus retratos e por sua fotos autorais.

MICK JAGGER, FUR HOOD, 1964 david Bailey
Mick Jagger por David Bailey, 1964.

Apesar de ser mais reconhecido pelo estilo fotográfico em que as fotos são bem exploradas em preto e branco, Bailey também trabalha com cores.

Além da fotografia, ele também se dedicou å direção de comerciais de TV e documentários.

Em 1976, também começou a se aventurar pelo mundo editorial, lançando a revista “Ritz Newspaper”, inicialmente uma mistura das revistas “Interview”, de Andy Warhol, e a “Rolling Stones”. A “Ritz Newspaper” funcionou até 1991 e foi responsável por introduzir as fotos de paparazzi no Reino Unido.

Andy Warhol, Ritz Newspaper David Bailey1980
Andy Warhol por David Bailey na capa da revista RItz Newspaper, em 1980.

Sua vida amorosa também chamou muita atenção. Era conhecido como um conquistador, tendo se envolvido com diversas modelos.

Se casou quatro vezes: A primeira em 1960 com Rosemary Bramble; depois em 1965 com a atriz francesa Catherine Deneuve; em 1975 com a modelo Marie Helvin; e por último em 1986, com sua atual esposa, a modelo Catherine Dyer.

Penelope Tree by David Bailey for Vogue UK, October 1968.
Penelope Tree por David Bailey para Vogue Britânica, Outubro de 1968.

David Bailey foi uma das principais celebridades de sua época de juventude (os anos 1960), e é um fotógrafo renomado e muito procurado até hoje.

Cara Delevingne with Pharrell Williams Vogue September 2013 Photo David Bailey
Cara Delevigne e Pharrell Williams por David Bailey para Vogue, Setembro de 2013

Alguns dos nomes com os quais pode trabalhar com e/ou fotografar ao longo dos anos são:  A Rainha Elizabeth II, a Princesa Diana, Margaret Thatcher, Terence Stamp, os integrantes dos Beatles, The Who e Rolling Stones (incluindo Brian Jones), Peter Sellers, PJ Proby, Cecil Beaton, Rudolf Nureyev, Andy Warhol, os gêmeos gângsters Kray; as modelos Jean Shrimpton, Twiggy, Penelope Tree, Kate Moss, Naomi Campbell e Cara Delevigne; os estilistas Yves Saint Laurent, John Galliano, Alexander McQueen e Tom Ford; as marcas Balanciaga, Dior, Chanel e Versace; com as empresas Volkswagen, Olympus e Nº7; e até mesmo a organização Greenpeace.

 

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Bibliografia: Allan, Georgina O’Hara; Enciclopédia da Moda: De 1840 À Década de 90: Companhia das Letras, 2010.

https://en.wikipedia.org/wiki/David_Bailey

https://pt.wikipedia.org/wiki/David_Bailey

https://g.co/arts/Crk24dW2YtUUud9e8

https://www.wsj.com/articles/an-oral-history-of-david-bailey-the-legendary-london-born-photographer-who-reinvented-portraiture-11552912441

Bagheera

É um tipo de veludo fino, macio e felpudo.

Era muito usado para a confecção de vestidos de noite, saias e robes glamurosos. Também era usado em artigos de chapelaria e servia de substituto para pele em jaquetas e casacos até 1940.

Uma versão mais rústica do tecido pode ser encontrada em artigos de decoração como cadeiras e poltronas.

Possui uma aparência opaca, ao invés da brilhante dos veludos comuns.

Inicialmente era feito de seda.

Existe imitações do tecido feitas de crepe de raiom.

Infelizmente esse tipo de veludo saiu de circulação com a segunda guerra mundial.

Bibliografia: Allan, Georgina O’Hara; Enciclopédia da Moda: De 1840 À Década de 90: Companhia das Letras, 2010.

http://thedreamstress.com/2012/09/terminology-what-is-bagheera-and-a-bonus-definition/

Badgley Mischka

“Um Zip, e você está fabulosa” é como o estilista Mark Badgley resumiu a essência da Badgley Mischka.

A marca de roupas de luxo que produz principalmente vestidos de gala, e possui linhas de vestidos de noivas, infantil, sapatos, jóias, decoração, óculos de sol, esporte, prêt-à-porter e perfume, tem como principal inspiração e estilo o glamour de Hollywood dos anos 1940. A mulher que veste e inspira suas roupas, segundo a marca, é de todas as idades, mas tem um ar jovem, aprecia roupas bem feitas e é moderna.

Foi criada em 1988 pelos estilistas James Mischka e Mark Badgley, com o pouco dinheiro que a dupla possuía.

Para tal ambos largaram o emprego em que estavam, Badgley trabalhando como assistente da estilista Donna Karan, e Mischka como estilista-assistente das roupas masculinas do estilista Willi Smith.

Para nomear a marca, os estilistas decidiram juntar seus sobrenomes, e então surgiu a Badgley Mischka.

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Uma homenagem à Caravaggio inspirado pelo glamour introduz a coleção de outono/inverno de 2018 da Badgley Mischka.

Desde o começo a marca produz vestidos elegantes e luxuosos, usando tecidos caros e muitas vezes cobrindo-os com adornos, como pérolas, formando vestidos mais exclusivos ainda.

No mesmo ano em que abriram a marca, desfilaram uma coleção que não chamou muita atenção e não foi bem sucedida.

Continuaram correndo pelas ruas de Nova York para tentar fechar vendas, até que desfilaram sua segunda coleção, que ao contrário da primeira, trouxe pedidos feitos pelas principais cadeias de departamento de artigos de luxo como Saks Fifth Avenue, Barneys New York, e Neiman Marcus.

Com o sucesso do segundo desfile, que apresentou vestidos elegantes e ultra-femininos, a marca conseguiu não só os compradores, como também iniciou uma carta de clientes fieis, que não se assustaram com os preços dos vestidos, que muitas vezes alcançavam $5,000.

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Coleção de outono/inverno de 2018.

Nesse segundo desfile, também foi apresentada uma paleta de cores metalizadas, algo que viria a ser uma assinatura da marca.Os tecidos foram franzidos e frisados, envelhecidos de propósito (para não ficarem com aparência plástica e de novo) e enfeitados com adereços caros.Também usaram técnicas de drano e limpeza a seco para tirar o tom alaranjado dos fios de ouro. Outra coisa que fizeram foi banhar pérolas em banho de drano para conseguir uma pátina mais antiquada.

Mesmo indo bem de vendas, a marca estava em apuros financeiros até que em 1992 o grupo Escada AG comprou 80% da mesma. Badgley e Mischka ficaram animados com a venda já que poderiam começar a usar tecidos ainda mais exclusivos com o apoio financeiro do grupo.

Logo a marca aumentou sua carta de clientes e conseguiu celebridades como Winona Ryder, Angela Bassett e Sharon Stone.Não foram só as celebridades que apreciaram os vestidos da marca, mulheres executivas que podiam pagar, também se interessaram.

Mischka disse em uma entrevista que as clientes da marca se vestem quase como homens durante o dia, e isso as entedia, portanto durante a noite elas querem um glamour exagerado.

Até 1996 a marca só produzia vestidos de luxo, mas quando as clientes começaram a pedir os vestidos em cores como branco e off-white para seus casamentos, a marca resolveu abrir a linha de vestidos de noiva.

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Noiva da Badgley Mischka usando um vestido da coleção de 2019.

Com o sucesso da marca e o apoio financeiro do grupo Escada AG a Badgley Mischka conseguiu abrir as linhas de sapatos, bolsas e roupas para o dia até os anos 2000.

Também conseguiu abrir sua primeira loja em Beverly Hills, perto do epicentro do glamour holywoodiano que continuou a inspirar a marca.

Conseguiram estabelecer um esquema de produção em que os tecidos da marca vão da Europa para os Estados Unidos; nos Estados Unidos eles são cortados e costurados, transformando-se em vestidos; de lá são enviados para Mumbai, na Índia, para ser enfeitado com pérolas e afins. Quando voltam para os Estados Unidos para serem vendidos, os vestidos já foram encarecidos não só com os tratamentos, mas também com uma média de 70,000 milhas aéreas.

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Badgley Mischka.

Novamente, apesar do sucesso a marca não estava criando lucros, e dessa vez seu sócio majoritário, o grupo Escada AG, também passava por problemas financeiros. O grupo decidiu vender seus 80% da Badgley Mischka no final de 2003.

A marca então passou a ser parte do grupo Candie’s, que a comprou. Em seguida foi vendida para o grupo Iconix Brand e atualmente pertence ao grupo Titan Industries.

Algumas das celebridades que estão entre os clientes da marca: Taylor Swift, Madonna, Jennifer Lopez, Rihanna, Sharon Stone, Jennifer Garner, Julia Roberts, Kate Winslet, Sarah Jessica Parker, Helen Mirren, Ashley Judd, Mary-Kate e Ashley Olsen (que já foram embaixadoras da marca), Catherine Zeta-Jones, Julia Roberts e Halle Berry.

Bibliografia: Allan, Georgina O’Hara; Enciclopédia da Moda: De 1840 À Década de 90: Companhia das Letras, 2010.

https://www.notablebiographies.com/newsmakers2/2004-A-Di/Badgley-Mark-and-Mischka-James.html

https://www.badgleymischka.com/about-mark-and-james/

https://www.etiquetaunica.com.br/blog/badgley-mischka/

https://footwearnews.com/2016/business/mergers-acquisitions/badgley-mischka-titan-industries-buy-trademark-rights-iconix-198799/

https://www.hollywoodreporter.com/news/mark-badgley-james-mischka-celebrate-30-years-glamour-1141227

https://titanindustriesinc.com/pages/badgley-mischka

 

Badgley, Mark

O estilista Mark Badgley nasceu em 1961 no estado de Illinois. Gostava de desenhar roupas desde pequeno.

Se mudou com a família para o Oregon quando tinha sete anos.

Continuou desenhando até entrar na Universidade do Oregon para estudar arte. Em seguida entrou na Universidade do Sul da California para estudar negócios.

Se mudou para Nova York e em 1982 entrou na Parsons School of Design.

Lá conheceu James Mischka, outro estudante que viria a ser seu parceiro nos negócios e na vida amorosa.

Se formou em 1985, mesmo ano em que começou a namorar com James Mischka.

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Primavera/verão de 2015 – Badgley Mischka

Trabalhou de assistente para Jackie Rogers e Donna Karan até abrir a Badgley Mischka, sua própria marca com o namorado James Mischka, em 1988.

Em 2013, após 28 anos juntos, Mark e James se casaram.

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O casal de estilistas Mark Badgley, a esquerda, e James Mischka, a direita.

Bibliografia: Allan, Georgina O’Hara; Enciclopédia da Moda: De 1840 À Década de 90: Companhia das Letras, 2010.

https://www.notablebiographies.com/newsmakers2/2004-A-Di/Badgley-Mark-and-Mischka-James.html

Baby-Doll

É um traje de dormir.

Foi produzido pela primeira vez em 1942, por Sylvia Pedlar.

Sua criação foi uma maneira que a estilista encontrou de enfrentar a falta de tecido que a segundo guerra mundial causou.

Já o nome Baby-Doll veio do filme americano “Baby Doll”(Boneca de Carne no Brasil).

Sylvia Pedlar não gostava nem usava o nome Baby-Doll para as peças que produzia.

O traje é curto e costuma ser adornado com renda sintética, laços e fitinhas. Lembra as roupas íntimas infantis do século XIX.

Não foi criado com o intuito, mas o Baby-Doll é um traje muitas vezes erótico, como os usados no filme de mesmo nome.

Exemplos de baby-Doll:

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Bibliografia: Allan, Georgina O’Hara; Enciclopédia da Moda: De 1840 À Década de 90: Companhia das Letras, 2010.

https://en.wikipedia.org/wiki/Babydoll

Acolchoado

Também conhecido como matelassê.

É o resultado da costura de um enchimento, na maioria das vezes de algodão, colocado entre duas camadas de tecido, preso por costuras aparentes que formam desenhos diversos em relevo.

Foi muito usado em casacos e jaquetas no inicio da década de 1920, e voltou a moda durante a década de 1970.

Bibliografia: Allan, Georgina O’Hara; Enciclopédia da Moda: De 1840 À Década de 90: Companhia das Letras, 2010.